"Emprestar um livro é despedir-se dele", diz colunista da Época; Concorda?

"Emprestar um livro é despedir-se dele", diz colunista da Época; Concorda?

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Na terça-feira passada, um amigo me recomendou o texto de Danilo Venticinque, colunista e editor de livros da revista Época.

Intitulado 'O Prazer e o Risco de Emprestar Um Livro', o artigo justifica o empréstimo de obras literárias como um forma de compartilhar ideias. "É buscar companhia num mundo em que os leitores, infelizmente, ainda são minoria", defende Danilo.

O autor deixa bem claro: ele prefere perder seu exemplar para sempre, a mantê-lo a salvo - e, portanto, inacessível - em sua estante. 

Conformado com o fato de que algumas obras jamais serão devolvidas, o jornalista propõe a troca para amenizar a dor da perda. Ou seja, sempre que emprestar um livro para alguém, tome algum título desse alguém também. Dessa maneira, se o outro sumir com o seu exemplar, beleza, você ganha o dele.

Por isso, listo aqui algumas regras que uso na hora de emprestar:

  1. Dica de ouro: eu sei com quem está cada objeto meu. Isso ajuda na hora de cobrá-los de volta;
  2. Faço uma reputação mental para os meus amigos. Você não cuidou do meu livro ou demorou para devolvê-lo? Provavelmente vai ouvir uma desculpinha quando me pedir algo novamente;
  3. Sou adepta da compra compartilhada (já expliquei um pouco aqui ). Ou seja, junto amigos interessados em ler as mesmas obras que eu, dividimos os gastos e depois alternamos a leitura dos títulos comprados;
  4. Dou o exemplo e devolvo tudo o que pego em dia. Isso força com que a pessoa que está com o meu livro retribua o gesto.

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