Memórias Póstumas de Brás Cubas (Trilogia Realista - Machado de Assis Livro 1)

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Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro em 1839, no morro do Livramento. Publicou o primeiro trabalho literário, o poema “Ela”, em 1855. No ano seguinte, ingressa como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, onde conhece Manuel Antônio de Almeida, seu protetor. Em 1859 trabalha como revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 186, na redação do Diário do Rio de Janeiro. Colabora na revista O Espelho, onde estreou como crítico de teatro, em A Semana Ilustrada e no Jornal das Famílias. Em 1861, publica a sátira em prosa Queda que as mulheres têm para os tolos. Seu primeiro livro de poemas, Crisálidas, sai em 1864. Publica em 1866 a tradução de Os trabalhadores do mar, de Victor Hugo. Em 1867, é nomeado ajudante do diretor do Diário Oficial. Casa-se em 1869 com Carolina Augusta Xavier de Novais. No ano seguinte, publica Contos fluminenses. Seu primeiro romance, Ressurreição, sai em 1872. É nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Em 1874, começa a publicar, em forma de folhetim, o romance A mão e a luva, e colabora em publicações como O Cruzeiro, A Estação e Revista Brasileira. De 1881 a 1897, publica crônicas na Gazeta de Notícias. Em 1881, é nomeado oficial de gabinete do ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Ainda em 1881, sai Memórias póstumas de Brás Cubas. Em 15 de dezembro de 1896 é aclamado condutor da sessão de fundação da Academia Brasileira de Letras, que presidiria até sua morte. Além dos mencionados, Machado publicou: em poesia, Falenas (187), Americanas (1875), Ocidentais (1879-188) e Poesias completas (191); em conto, Histórias da meia-noite (1873), Papéis avulsos (1882), Histórias sem data (1884), Várias histórias (1896) e Páginas recolhidas (1899); em romance, A mão e a luva (1874), Helena (1876), Iaiá Garcia (1878), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (194) e Memorial de Aires (198); e no teatro, Desencantos (1861), Teatro (1863), Deuses de casaca (1866) e Tu, só tu, puro amor... (1881). Machado de Assis faleceu no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 198.

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